Dicas de saúde

Diet, light e zero

Postagem: 17 de outubro de 2017


Os brasileiros têm procurado consumir produtos saudáveis para recuperar a forma física e ter qualidade de vida. Apesar de parecerem iguais, alimentos diet, light e zero oferecem efeitos diferentes entre si e costumam confundir a cabeça do consumidor.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Dietéticos (Aibiad), 35% dos domicílios do Brasil consomem produtos diet, light e zero. O problema é que muitos consomem de forma equivocada.

Para Juliana Geremias Franccioli, nutricionista da Unimed Leste paulista, a confusão acontece porque as pessoas não têm o hábito de ler os rótulos dos produtos. “Normalmente, elas estão com pressa ou acreditam que determinado alimento terá o benefício esperado. Assim, passam a incluir esse item no cardápio por conta própria, provocando um efeito contrário ao esperado. O ideal é sempre verificar as informações nutricionais”, explica.

Diet: pioneiros no mercado, foram criados na década de 1970. Apresentam como diferencial a ausência de açúcar, um ingrediente que não pode ser consumido por pessoas com necessidades metabólicas específicas, como diabéticos e hipertensos.

Light: surgiram na década de 1990, e em vez da ausência total de um nutriente, se diferenciam por apresentarem redução mínima de 25% de suas propriedades nutricionais em comparação ao alimento convencional.

Zero: populares a partir dos anos 2000, possuem valor energético reduzido e ausência total de uma substância, que, na maioria das vezes, é o açúcar ou a gordura. Podem ser consumidos por quem quer emagrecer ou por quem sofre de alguma doença que exige restrições alimentares.

Mesmo sendo diet, light ou zero, os produtos podem ter quantidade elevada de outro nutriente, como sódio. Vale lembrar que o primeiro ingrediente da lista é sempre o de maior dosagem, por isso, fique atento.